terça-feira, 23 de agosto de 2011

CAPÍTULO 58

“ Não fostes vós que me escolhestes, mas fui eu que vos escolhi e vos designei...”
Jo 15, 16

CAPÍTULO 58 - Da maneira de proceder à recepção dos irmãos
[1] Apresentando-se alguém para a vida monástica, não se lhe conceda fácil ingresso, [2] mas, como diz o Apóstolo: "Provai os espíritos, se são de Deus". [3] Portanto, se aquele que vem, perseverar batendo à porta e se depois de quatro ou cinco dias, sendo-lhe feitas injúrias e dificuldade para entrar, parece suportar pacientemente e persistir no seu pedido [4] conceda-se-lhe o ingresso, e permaneça alguns dias na cela dos hóspedes. [5] Fique, depois, na cela dos noviços, onde esses se exercitam, comem e dormem. [6] Seja designado para eles um dos mais velhos, que seja apto a obter o progresso das almas e que se dedique a eles com todo o interesse. [7] Que haja solicitude em ver se procura verdadeiramente a Deus, se é solícito para com o Ofício Divino, a obediência e os opróbrios. [8] Sejam-lhe dadas a conhecer, previamente, todas as coisas duras e ásperas pelas quais se vai a Deus. [9] Se prometer a perseverança na sua estabilidade, depois de decorridos dois meses, leia-se-lhe por inteiro esta Regra, [10] e diga-se-lhe: Eis a lei sob a qual queres militar: se podes observá-la entra; mas se não podes, sai livremente. [11] Se ainda ficar, seja então conduzido à referida cela dos noviços e seja de novo provado, em toda paciência. [12] Passados seis meses, leia-se-lhe a Regra, a fim que saiba para o que ingressa. [13] Se ainda permanece, depois de quatro meses, releia-se-lhe novamente a mesma Regra. [14] E se, tendo deliberado consigo mesmo, prometer guardar todas as coisas e observar tudo quanto lhe for ordenado, seja então recebido na comunidade, [15] sabendo estar estabelecido, pela lei da Regra, que a partir daquele dia não lhe é mais lícito sair do mosteiro, [16] nem retirar o pescoço ao jugo da Regra, a qual lhe foi permitido recusar ou aceitar por tão demorada deliberação.
[17] No oratório, diante de todos, prometa o que vai ser recebido a sua estabilidade e conversação de seus costumes, e a obediência, [18] diante de Deus e de seus Santos, a fim de que, se alguma vez proceder de outro modo, saiba que será condenado por aquele de quem zomba. [19] Desta sua promessa faça uma petição no nome dos Santos cujas relíquias aí estão e do Abade presente. [20] Escreva tal petição com sua própria mão; ou então, se não souber escrever, escreva outro rogado por ele, e que o noviço faça um sinal e a coloque com sua própria mão sobre o altar. [21] Quando a tiver colocado, comece logo o seguinte versículo: "Suscipe me, Domine, secundum eloquium tuum et vivam, et non confundas me ab expectatione mea". [22] Responda toda a comunidade este versículo, por três vezes, acrescentando: "Gloria Patri". [23] Prosterna-se, então, o irmão noviço aos pés de cada um para que orem por ele; e já daquele dia em diante seja considerado na comunidade. [24] Se possui quaisquer bens, ou os distribua antes aos pobres, ou, por solene doação, os confira ao mosteiro, nada reservando para si de todas essas coisas: [25] pois sabe que, deste dia em diante, nem sobre o próprio corpo terá poder. [26] Portanto, seja logo no oratório despojado das roupas seculares com que está vestido, e seja vestido com as roupas do mosteiro. [27] As vestes que despiu sejam colocadas na rouparia, onde devem ser conservadas, [28] para que, se algum dia, por persuasão do demônio, consentir em sair do mosteiro - que isso não aconteça! - seja expulso, despido das roupas do mosteiro. [29] Não lhe seja entregue, porém, aquela sua petição que o Abade tirou de cima do altar, mas fique guardada no mosteiro.
 

DESPERTAR VOCACIONAL


O Despertar VocaCIONAL


Despertar significa tirar do sono, acordar, revelar-se, mostrar-se, despontar. Não muito longe deste sentido o despertar vocacional quer auxiliar os adolescentes, os jovens no acertar seu projeto de vida. Isto leva de imediato a falar, pensar e refletir sobre vocação (o chamado de Deus em sua vida). O primeiro passo é retomar o sentido que damos à vida. Então tire um tempo para você mergulhar nos mistérios da vida. Mas não se esqueça, a experiência é pessoal, cada um sente de um jeito. O chamado de Cristo é o mesmo para todos: “Vem e segue-me!”, mas cada um responde de maneira diferente: casando-se, tornando-se padre, oblato(a), freira, monja, leigo(a) consagrado(a) e MONGE.
Você já pensou como respondê-lo?
“Qual a alma sedenta de Deus que, procurando a vida e desejando ver dias felizes não sente, pela fé, o coração dilatar-se com inenarrável doçura de amor, percorrendo o caminho dos mandamentos do Senhor, ao ouvir este suave convite? Assim, ‘levantemo-nos logo, pois a Escritura nos desperta dizendo: Já é hora de nos levantarmos do sono. Hoje, se ouvirdes a vós do Senhor, não endureçais os vossos corações, e ainda: Vinde, meus filhos, e escutai-me; vou ensinar-vos o temor do Senhor’(Pr 8.10-12)” (Regra de São Bento).

domingo, 3 de julho de 2011

"MEU SENHOR E MEU DEUS!"




ORAÇÃO PELOS SACERDOTES 
(do Cardeal Mundelein Arcebispo de Chicago)


Onipotente e eterno Deus, digna-Te a olhar a face de teu Cristo, o eterno e Sumo Sacerdote e por amor dele tem piedade de teus sacerdotes.
Lembra-Te ó Deus misericordioso que são apenas débeis criaturas. Mantém vivo neles o fogo de teu amor. Guarda-os junto a ti a fim de que o inimigo não prevaleça contra eles e para que jamais se tornem indignos de sua sublime vocação.
 Ó Jesus, suplico-te por teus fiéis e fervorosos sacerdotes por teus sacerdotes tíbios e infiéis; por teus sacerdotes que trabalham nas longínquas ou próximas missões; por teus sacerdotes que sofrem tentações; por teus sacerdotes que sofrem a solidão e a desolação; por teus jovens sacerdotes; por teus sacerdotes idosos; por teus sacerdotes enfermos; por teus sacerdotes agonizantes; pelas almas de teus sacerdotes que padecem no purgatório.
Mas sobremodo Te encomendo o sacerdote que me batizou; o que me absolveu dos pecados e aqueles cujas missas participei e que me deram Teu Corpo e Teu Sangue na Sagrada Comunhão: aqueles que me alentaram e instruíram, que me alentaram e aconselharam, a todos os sacerdotes aos quais me liga uma dívida de gratidão.
Ó Jesus, guarda-os todos junto a Teu Sagrado Coração e concede-lhes copiosas bênçãos agora e na eternidade. Amém 
(300 dias de indulgência) CARDEAL COPELLO

Rezar diariamente esta oração. Acrescentar 1 Pai Nosso, 1 Ave Maria e 1 Glória ao Pai, por todos os Sacerdotes, religiosos e seminaristas do mundo inteiro.




SÚPLICA À NOSSA SENHORA

Mãe Dolorosa, peço-vos pelo vosso sofrimento na morte de vosso Filho, que ofereçais ao Pai Eterno, o precioso Sangue que jorrou das Chagas de Nosso Senhor Jesus Cristo Crucificado, pelos pobres Sacerdotes transviados, que se tornaram infiéis a sua sublime vocação, para que quanto antes voltem junto ao Bom Pastor.




ANO SACERDOTAL
"O sacerdote é o maior tesouro que Jesus nos deixou."


quarta-feira, 29 de junho de 2011

CANTUS GREGORIANUS



O Mosteiro de São Bento da Bahia está encravado no centro histórico de Salvador. Construído pelos monges beneditinos vindos de Portugal em 1582, é a primeira fundação desta ordem religiosa nas Américas.

A história do Mosteiro de São Bento se confunde com a própria história da Bahia. Os monges que aqui desembarcaram encontraram uma cidade ainda em formação e resolveram se instalar fora das suas portas, em uma colina próxima, para melhor viver seu austero monaquismo.



O Mosteiro conheceu de perto a história do Brasil. Serviu de quartel general para os invasores holandeses (1624), foi enfermaria no período da peste espanhola (séc. XVIII), foi a primeira instituição religiosa a libertar todos os seus escravos (séc. XIX), muito antes da Lei Áurea, e serviu de refúgio para os perseguidos pela repressão do regime militar, instaurado na década de 60.

Hoje, os monges beneditinos da Bahia buscam realizar o carisma que lhes foi confiado por Deus, adaptando-se às exigências complexas de um centro de grande cidade, totalmente voltado para o trabalho religioso e social junto à comunidade de Salvador. Entre outras atividades, podem ser destacadas a dedicação dos 30 jovens monges à vida monástica, e o trabalho desenvolvido ao lado das comunidades carentes de Salvador. O Mosteiro possui um extraordinário Museu de Arte Sacra, uma Biblioteca com cerca de 300 mil volumes, um Colégio, uma Faculdade, um Laboratório de Restauração de Livros Raros, um Coral e um Arquivo de 425 anos, além de espaços para música erudita e artes plásticas.



Os monges beneditinos da Bahia nos oferecem agora a oportunidade de ouvirmos um tesouro que é conservado há mais de 425 anos nos claustros do Mosteiro: os Cantos Gregorianos. Reunidos para rezarem 5 vezes ao dia, eles entoam esses preciosos cânticos que há mais de 1500 anos vêm encantando gerações, e que são considerados o canto oficial da Igreja Católica.

terça-feira, 28 de junho de 2011

GRUPO DOS ACÓLITOS



O Grupo de Acólitos do Mosteiro de São Bento da Bahia foi fundado em 25 de novembro de 2003. O Grupo é aberto aos jovens católicos maiores de 16 anos do Colégio São Bento e da Cidade de Salvador. 


O seu objetivo é propiciar aos jovens a vivência da espiritualidade cristã por meio da participação na liturgia do Mosteiro, em encontros formativos (humano-afetivo e espiritual) e em retiros com acompanhamento espiritual. 



O Grupo tem como atividade principal servir à liturgia do Mosteiro de São Bento nos domingos e solenidades.



Além disso, conta com atividades esportivas e de lazer, como campeonatos de futebol e passeios semestrais.

quinta-feira, 16 de junho de 2011

PROFESSOR DA FACULDADE SÃO BENTO

4º professor da Faculdade São Bento da Bahia nomeado bispo:



Padre Marian Marek Piatek, conhecido como Padre Marcos,


O novo bispo de Coari, 56, é polonês da cidade de Tuchów e nasceu no dia 10 de outubro de 1954. Ordenado padre pela Congregação do Santíssimo Redentor (Redentoristas) no dia 5 de junho de 1980, padre Marcos tem mestrado e doutorado em Teologia Moral pela Academia Alfonsiana da Universidade Lateranense, em Roma.



Atualmente é professor de Teologia Moral no Instituto de Teologia da Universidade Católica de Salvador, no Curso de Extensão do IT-UCSAL, na Faculdade São Bento da Bahia e da Escola Diaconal da Arquidiocese de São Salvador (BA). É, ainda, coordenador do Curso de Extensão em Missiologia e Evangelização do Centro Missionário Redentorista da Bahia.



Vindo para o Brasil em 1986, Mons. Marcos é membro da Sociedade Brasileira de Teologia Moral. Foi responsável pela formação de seminaristas de teologia da vice-província redentorista da Bahia. Foi vigário paroquial e pároco da paróquia da Ressurreição do Senhor, em Salvador; professor no Instituto Teológico dos Frades Franciscanos em Recife-Olinda, no Instituto de Filosofia e Teologia de Goiás, em Goiânia (GO), no Instituto Teológico dos Redentoristas em Tuchów (Polônia) e no Instituto Teológico São Bento da Bahia.